Grupo suspeito de explodir caixas eletrônicos no DF lavava dinheiro em baile funk

Polícia diz que chefe da organização tem envolvimento com tráfico de drogas; até a manhã desta segunda, ele estava foragido. Ao todo, nove integrantes já...

Baile Funk,Crime,Brasília

A Polícia Civil informou que o chefe do grupo suspeito de coordenar ataques a caixas eletrônicos no Distrito Federal tinha duas empresas “de fachada” que promoviam bailes funks para lavar o dinheiro roubado nos assaltos. Até a publicação desta reportagem, Thiago Alves Simões, 28 anos, permanecia foragido.

Segundo a corporação, o suspeito costumava publicar nas redes sociais fotos em que "ostentava" carros importados e viagens. Os investigadores apontam, ainda, que Thiago tem envolvimento com o tráfico de drogas. O G1 tenta contato com a defesa dele.

"Descobrimos que ele tinha empresas de fachada que produziam eventos. Ele usava o dinheiro capitalizado nos assaltos para lavar nessas empresas e tornar o dinheiro lícito, uma maquiagem", explicou o chefe da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais, delegado André Leite.

Nesta segunda-feira (13), a polícia desencadeou a operação Hefesto para desarticular o grupo, que está por trás de, pelo menos, cinco explosões em caixas eletrônicos nos últimos 12 meses no DF (veja abaixo). Eles agiam desde 2016.

A estimativa é de que a quadrilha conseguiu roubar mais de R$ 1 milhão. Ao todo, nove membros foram identificados. Cinco deles já foram detidos – quatro preventivamente e dois, temporariamente. As detenções aconteceram em Santa Maria e em cidades do Entorno do DF.


Imagem da notícia 8Ladrões ao explodir caixa eletrônico em hotel de Brasília — Foto: Reprodução/TV Globo 

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