Hit da funkeira carioca Jojo Maronttinni deve dominar o Carnaval

Hit da funkeira carioca Jojo Maronttinni deve dominar o Carnaval

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Se você ainda não ouviu os versos de “Que Tiro Foi Esse?” ou não se deparou com vídeos e memes de pessoas se jogando no chão (ou na piscina, como foi o caso de Giovana Ewbank, Bruno Gagliasso e a filha Titi) ao som da música, a chance de que iss

Se você ainda não ouviu os versos de “Que Tiro Foi Esse?” ou não se deparou com vídeos e memes de pessoas se jogando no chão (ou na piscina, como foi o caso de Giovana Ewbank, Bruno Gagliasso e a filha Titi) ao som da música, a chance de que isso aconteça durante o carnaval é gigantesca.

A figura responsável pelo provável hit número um da folia em 2018 não é de todo desconhecida. A carioca Jojo Maronttinni já tinha público cativo nas redes sociais quando gravava vídeos, onde falava abertamente sobre sexo, comportamento feminino e outras questões, além de ter roubado a cena no clipe de “Vai Malandra”, da cantora Anitta.

Conhecida também pelo apelido de Jojo Toddynho, a carioca de 21 anos, conta que a alcunha teve como inspiração a personagem Terezinha, interpretada pela atriz Cacau Potássio na série “Vai Que Cola”, do Multishow. “Ela falou que peito de mulher faz Toddy, e eu pesquei isso dela. Ficava falando ‘Quer Toddynho?’ E aí pegou apelido”, conta.

A estreia de Jojo no funk aconteceu em 2017, quando divulgou, ao lado do DJ Batata, a música “Sentada Diferente”. O tiro certeiro, porém, foi dado mesmo com o último lançamento – que lhe rendeu, no início do ano, o primeiro lugar no Top Viral do Spotify brasileiro e o 11º lugar global na mesma plataforma.


Apesar do início recente – e bem sucedido – Jojo conta que o funk sempre esteve presente em sua vida, algo tão natural que ela nem se lembra quando começou a cantar, como confessa. Uma das principais revelações do gênero, ela vê com alegria a resposta do público. “Fico muito feliz que tenham aprovado a música e entrado no clima de brincadeira, de festa”. Quanto ao estilo, ela destaca: “O funk ganhou muita força ao logo de todos esses anos e passou a ser mais respeitado. Crítica vai existir sempre, seja no funk, no pagode, no rock”, pondera.

E por falar em críticas, Jojo garante que não se preocupa com elas. “Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, mas tem que respeitar”, pontua ela. “Temos que ser o que a gente quer ser. Meu recado é que sejam o que querem ser. Autoestima é tudo. Se amem, porque se a gente não fizer isso por nós, ninguém vai fazer”, aconselha.

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Fonte: Hojeemdia

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